31.12.08
24.12.08
Feliz Natal a todos os leitores e amigos do blogue!
Postado por
Hipnos
a
24.12.08
1 comentários Marcadores: Natal, odemira, São Teotónio
21.11.08
“Um dia todos terão direito a 15 minutos de fama.” Disse Andy Warhol…
São apenas os últimos 38 segundos de uma entrevista dada pelo Rev. Padre Abílio à repórter Cristina Ferreira do programa “Verão Total” da RTP. O pároco de São Teotónio já teve alguns minutos de projecção televisiva, mas como estes… Será que senhora ficou afectada pelos ares do mar?
NOTA: a audição desta entrevista é beneficiada se desligar o som do rádio do blog em baixo à sua direita antes de clicar no botão play.
Extraído de:
Postado por
O repórter está atento!
a
21.11.08
20 comentários Marcadores: Programa Verão Total RTP, Repórter Cristina Ferreira, São Teotónio, zambujeira do mar
27.10.08
A Devastação do Litoral - Republicação da postagem de 22.06.08




Perversamente, o sector da construção, os seus intervenientes e responsáveis, marcaram inequivocamente a história do País. Portugal, é hoje um país mais pobre, vendido aos bancos, rendido às imobiliárias e ao sonho dos apartamentos T3, T4 ... TX ; das penthouses; dos lofts; das vivendas ou moradias; das casas de férias; da vista para o mar ou vista para o golfe.Porém, a betonização dos solos não pára! E se anteriormente havia algum pudor em construir em áreas de reserva ecológica e agrícola, hoje assume-se perante tudo e todos que as betoneiras não podem parar!
Os "Projecto PIN - Potencial Interesse Nacional", são um meio lícito, legitimado pelo governo de construir resort's em Áreas Protegidas/Reserva Ecológica e Agrícola.
Ora, como se sabe, a legislação turística permite a alienação de unidades de alojamento desses equipamentos hoteleiros, e a pluralidade de proprietários, o que significa que esses "PIN", não passam de um modo disfarçado de edificar urbanizações onde antes poucos conseguiam construir.
Mas afinal.... Quem se responsabiliza por isto?
11.10.08
O enterro das lojas antigas de São Teotónio
“Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades”, o tempo passa e São Teotónio transforma-se e adapta-se. Quem se lembra de antigas casas de comércio, que ainda há poucas décadas existiam?
O Casanova; as Donas Gasparinhas; as Meninas Manuelas; a D. Vitória d’alagoa; A mercearia e a sapataria Efigénio; a mercearia da menina Tomásia; o talho Rosa Ferreira ou a loja da D. Chica Barreiras? A casa de rendas da D. Bia Rodrigues ou as retrosarias da D. Jandira ou da D. Bia Nobre?
E a oliva ou a espingardaria do Sr. António Miguel que também era proprietário da oficina de consertos de bicicletas hoje explorada pelo Zé Carlos? Aí perto na rua de Odemira, havia também a Singer do Sr. Manuel João Martins cuja placa ainda se encontra afixada na parede. E mais acima já na rua Alexandre Herculano havia a mercearia da D. Maria Viana Bento e do Sr. Bento um pouco mais moderna.
Alguém recorda o barulho das máquinas na moagem, o cheiro a farinha e o pó branco que invadia a rua Alexandre Herculano? E as praças do peixe ali perto, a do Sr. José Maria Canelas na rua dos Carrasqueiros e a outra no Largo mais tarde explorada pelo Sr. Elvino?
Quem se lembra da abertura do restaurante no encalhe que pertenceu à D. Virgínia, tia da famosa actriz Delfina Cruz, onde as pessoas do campo ouviram rádio pela primeira vez?
Em São Teotónio havia diversas tabernas, como a do Tonicha, a do Sr. Serralheiro, a dos Paulinos ou do Sr. Baiona que deu lugar ao actual estabelecimento do Sr. Manuel Augusto. Existiu também uma taberna um pouco acima da antiga farmácia Lança, que pertenceu à Sr.ª Maria Viana e que explorava também uma loja de fazendas e venda de farinhas.
Mais tarde nesse local o Sr. Augusto da Casa do Povo abriu outra taberna vulgarmente chamada de tendinha. Lembramos ainda o Sr. Barreiros, que começou a trabalhar na taberna da Sr.ª Maria Viana e que posteriormente se estabeleceu um pouco abaixo por conta própria explorando uma taberna e uma mercearia.
Com o evoluir dos tempos as tabernas passam a ser menos procuradas, dando lugar aos cafés que se inauguram para uma clientela mais vasta e elitista. O Café Bolinhas é ainda hoje o testemunho desses tempos, foi inaugurado com o nome de Café Paraíso sendo o seu primeiro proprietário o Sr. José Maria Bilha.
Muitos desses estabelecimentos foram locais de reunião e de conversa, com clientela assídua, quase uma família, os balcões com vitrinas e balanças, os escaparates nas paredes repletos de mercadoria, o papel pardo e os atilhos para embrulho, os preços marcados a lápis em cartões, o cheiro característico que distinguia cada espaço e cada tipo de negócio, a mistura e disposição de artigos que contrariava qualquer norma da ASAE.
Neste verão a loja do Sr. António Augusto teve de mudar de sítio porque o prédio de gaveto será derrubado. A “casa do totoloto” encontra-se agora na mesma rua contudo noutro edifício. A mudança de local é apenas o prenúncio do fim de um negócio que foi iniciado pelo Sr. João Pedro da Costa.
Restam ainda algumas casas que se transformaram ao longo dos tempos como a loja do Sr. Chobita, mas a única que resiste incólume ao passar dos tempos é a velhinha loja dos Gaspares.
Embora o comércio de São Teotónio não tenha muito fulgor, surgem agora novos conceitos trazidos dos grandes centros urbanos como a Alisuper ou o Intermarché. A modernidade espreita a cada canto e hoje São Teotónio já não é a velha aldeia. Porém seria desejável que pensássemos e olhássemos para alguns autênticos “case studies” de outras regiões do país, onde aldeias em declínio demográfico foram adquiridas por investidores que as transformaram em aldeias turísticas, lugares ímpares e com potencial para atrair visitantes de todo o mundo.
Ora não sendo São Teotónio um grande centro urbano e existindo uma forte atractividade turística nesta região, devem os governantes continuar a permitir que se extinga este antigo património que caracteriza e identifica esta vila? Não seria agora a altura de finalmente começarmos a salvaguardar a nossa identidade, aquilo que nos demarca dos demais?
Hoje a vila seria mais rica se o arco da casa da praça na rua dos Carrasqueiros ainda existisse, se a sineta que chamava as pessoas para comprar o peixe ainda pudesse tocar, se a rua da fonte se mantivesse, se o poço da rua do castelo conservasse a compleição original, se as ruas antigas ainda fossem empedradas. Não é por acaso que os turistas visitam recorrentemente os centros históricos dos nossos povoados.
Quanto ao novo comércio, não poderá haver algum apoio e incentivo que permita aos comerciantes conservarem e restaurarem as antigas lojas, com o antigo mobiliário adaptado aos nossos dias, como aconteceu em tantos centros históricos deste país onde através do Programa Procom foram salvaguardadas e restauradas lojas seculares?
Entendamos que a modernidade pode e deve cruzar-se com a antiguidade!
Postado por
MNEMONIC@
a
11.10.08
23 comentários Marcadores: Comércio Tradicional, Delfina Cruz, salvaguarda do património histórico, salvaguarda do património urbano, São Teotónio
1.10.08
São Teotónio em Festa!
A realização da procissão de velas no dia 3 de Outubro marca o início dos festejos em honra da Nossa Senhora do Rosário, uma das comemorações mais emblemáticas da freguesia de São Teotónio.
Postado por
O repórter está atento!
a
1.10.08
10 comentários Marcadores: Afluentes do Sado, Festa Nossa Senhora do Rosário, Grupo Canta São Teotónio, Luis Gonçalves e Fil Costa, Paróquia de São Teotónio, Tuna Académica Enfermagem de Beja
9.9.08
O concelho "Odemirável"!
As dunas do litoral de Odemira, um património natural único que deveria ser preservado e resguardado devido à sua extrema vulnerabilidade, são quotidianamente invadidas por verdadeiros “predadores “ que as destroem perante os olhares calados de todos os odemirenses.
Para além da construção ou das explorações agrícolas que avançam sobre as dunas, os turistas apropriam-se deste território e nele acampam, caminham fora dos trilhos, fazem fogueiras, recolhem arbustos, avançam com os veículos sobre a vegetação e ali abandonam o lixo.
Noutras zonas do país criaram-se infra-estruturas nas áreas dunares para colmatar este flagelo. Deste modo, já é comum em algumas regiões do litoral as dunas serem protegidas com passadiços em madeira, dotados de zonas de repouso e de contemplação, áreas para refeição e actividades físicas, receptáculos do lixo, protecção contra estacionamento de veículos e criação de percursos de ligação entre as praias e a rede viária.
Nas dunas da Zambujeira do Mar espera-se a criação de uma infra-estrutura desta natureza, se possível respeitando as regras básicas da acessibilidade para deficientes e complementada com uma ciclovia – é pedir muito?
Restam as outras áreas dunares do concelho, muito particularmente as da freguesia de São Teotónio, onde tudo se consente e tudo se faz! A recolha dos despojos dos turistas e a criação de receptáculos do lixo será pedir muito?
Postado por
O repórter está atento!
a
9.9.08
6 comentários Marcadores: devastação ambiental, Dunas, Litoral Alentejano, lixos, odemira, Poluição, São Teotónio Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina




