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30.11.09

Os Passeios de São Teotónio

Se voássemos seria mais fácil… as ruas da vila apresentam-se repletas de ratoeiras para os transeuntes! Em São Teotónio o espaço público serve para tudo, vejamos então: as ruas… Quem se lembra das ruas empedradas? Fizeram os esgotos e asfaltaram as ruas. Quanto aos passeios, poucos foram executados.

É certo que as vias antigas são estreitas… mas muitas delas não deveriam ter apenas um sentido? Nesse caso talvez existisse largura para criar circulações pedonais e viárias!

Durante muito tempo na Avenida das Escolas existiram os únicos passeios “dignos desse nome” aqui na vila, posteriormente surgiram novas áreas com acessibilidades para caminhantes, todas têm algo em comum: a fealdade, a pobreza de materiais e de acabamentos; a falta de manutenção; a infindável sucessão de barreiras arquitectónicas; ou a escassez da largura.

Nas ruas onde os veículos costumam circular a velocidades consideráveis, os peões têm por vezes poucas alternativas para se proteger, porque aqui vale tudo! Vejamos então: na avenida das escolas a sucessão de canteiros, buracos e remendos dificulta a passagem a todos os que por lá passam e o mais curioso é o prédio com barras amarelas cujo promotor colocou as escadas de acesso ao átrio principal em cima do passeio – aumentou a área de construção, ganhou mais uns cobres e ninguém fez nada!

São Teotónio é uma vila atípica e a ocupação do espaço público é visível em todo o lado. O célebre poial pintado na cor dos socos é frequentemente colocado por cima do passeio, mas nas ruas onde não há passeios para além de degraus é costume cimentar uma faixa que contorna a casa criando uma espécie de pequeno passeio sobre o asfalto. Em ruas com alguma inclinação aparece de tudo para amenizar ou contrariar a pendente, degraus, gradeamentos, corrimãos, rampas e até fossos de acesso a portas!

Contudo a ocupação do espaço público não se fica por aqui, os privados fazem das suas, mas as entidades públicas também contribuíram para que as ruas de São Teotónio fossem um verdadeiro caos. A legislação tem vindo a ser cada vez mais rigorosa ao longo da última década, porém em São Teotónio não é cumprida! Basta uma visita ao loteamento da Cerca da Fonte, para observar o tipo de passeios que por lá foram executados.

Na periferia do lar de idosos e dos pavilhões da Faceco a largura dos passeios é ínfima, não há cadeira de rodas que por lá passe e um invisual também não, nos passeios irrompem postes, caixas, receptáculos do lixo, soltam-se blocos “pavês”. Um transeunte que queira percorrer o passeio tem de andar a contornar estes obstáculos, sendo obrigado a desviar-se para estrada com frequência.

Em 2006 entrou em vigor o Decreto-Lei n.º 163 de 8 de Agosto que impõe novas regras e sanções relativamente à legislação anterior de 1997. A legislação estipula um conjunto de normas a aplicar na edificação e nos espaços urbanos, visando a eliminação de barreiras arquitectónicas. Relativamente a esta legislação, será curioso referir que só recentemente começou a exigir-se no concelho de Odemira que os projectos de arquitectura e de urbanismo contemplassem este novo regulamento, já que um pouco por todo país a dita legislação é aplicada desde a sua entrada em vigor.

Existe assim neste concelho uma certa permissividade relativamente a estes assuntos, é certo que a maioria dos cidadãos não sofre de problemas de locomoção e o crescimento demográfico encontra-se em queda, logo são poucas as pessoas que por aqui passam com carros de bebé. É contudo espantoso, que mesmo em frente do lar onde reside uma população debilitada, e na proximidade da Faceco, um dos ex-libris da região e onde regularmente se realizam festividades que acolhem muita gente, os passeios / escadas/ lancis estejam tão mal dimensionados e surjam tantas barreiras arquitectónicas.

8.5.09

Programa Polis no Litoral Alentejano e Costa Vicentina

No passado dia 3 de Maio, no decorrer de uma visita a Vila do Bispo, o ministro do Ambiente Nunes Correia anunciou que o Sudoeste Alentejano e a Costa Vicentina vão ser requalificados através de diversas intervenções no âmbito do Programa Polis. O Polis do Litoral Alentejano e Costa Vicentina constitui um investimento de 40 milhões de euros e as obras deverão iniciar-se em 2010 sendo a sua conclusão prevista em 2013/2014.

A área de intervenção compreende uma extensa faixa litoral que abarca os concelhos de Odemira, Aljezur e Vila do Bispo, e que segundo o ministro Nunes Correia esta requalificação deixa “uma marca de mudança, sem negar os valores naturais, conciliando o desenvolvimento económico e social”.

De notar que este será o quarto polis litoral, no território nacional foram anteriormente lançados os Polis do Norte, Ria de Aveiro e Ria Formosa. À semelhança dos outros programas, este Polis deverá incluir a valorização das áreas balneares, a protecção das arribas, a criação de percursos como ecovias e ciclovias, e a requalificação de aglomerados urbanos.

Imagem Extraída do Banco de Imagens do Google.

9.9.08

O concelho "Odemirável"!

As dunas do litoral de Odemira, um património natural único que deveria ser preservado e resguardado devido à sua extrema vulnerabilidade, são quotidianamente invadidas por verdadeiros “predadores “ que as destroem perante os olhares calados de todos os odemirenses.

Para além da construção ou das explorações agrícolas que avançam sobre as dunas, os turistas apropriam-se deste território e nele acampam, caminham fora dos trilhos, fazem fogueiras, recolhem arbustos, avançam com os veículos sobre a vegetação e ali abandonam o lixo.

Noutras zonas do país criaram-se infra-estruturas nas áreas dunares para colmatar este flagelo. Deste modo, já é comum em algumas regiões do litoral as dunas serem protegidas com passadiços em madeira, dotados de zonas de repouso e de contemplação, áreas para refeição e actividades físicas, receptáculos do lixo, protecção contra estacionamento de veículos e criação de percursos de ligação entre as praias e a rede viária.

Nas dunas da Zambujeira do Mar espera-se a criação de uma infra-estrutura desta natureza, se possível respeitando as regras básicas da acessibilidade para deficientes e complementada com uma ciclovia – é pedir muito?

Restam as outras áreas dunares do concelho, muito particularmente as da freguesia de São Teotónio, onde tudo se consente e tudo se faz! A recolha dos despojos dos turistas e a criação de receptáculos do lixo será pedir muito?

5.9.08

São Teotónio não existe!

Quem se lembra do Programa “Horizontes da Memória” do Sr. Professor José Hermano de Saraiva dedicado ao concelho de Odemira, em que não houve qualquer menção à maior freguesia do país? Ou os cartazes da “Faceco – Feira da Actividades Culturais e Económicas do Concelho de Odemira” que em letras pequenas indicam que a feira se realiza em São Teotónio, levando muita gente a deslocar-se a Odemira à procura desse certame? E o “Festival do Sudoeste” ? Aquele que todos afirmam realizar-se na Zambujeira do Mar, mas na realidade é em São Teotónio que tem lugar? Estes são apenas pequenos exemplos entre um infindável rol de situações que todos nós conhecemos!

No passado dia 26 de Agosto a Zambujeira do Mar acolheu o Programa "Verão Total" da RTP e uma vez mais São Teotónio foi a freguesia “esquecida” do concelho de Odemira! Serenella Andrade e João Baião estiveram no epicentro do acontecimento entrevistando quem por cá vive e por cá trabalha, cidadãos ilustres e ilustres desconhecidos e responsáveis autárquicos. Os apresentadores foram coadjuvados por uma equipa de entrevistadores desdobrando-se em reportagens por diversos locais do concelho. No programa criou-se a imagem de um concelho turístico (com água do mar muito fria e uns supostos problemas ambientais e urbanísticos que os responsáveis da autarquia trataram de minimizar), com aptidão agrícola (apesar daquele produtor de vinho que veio de Torres Vedras para Odemira afirmar que os solos são pobres etc.)… enfim! Falemos agora do que interessa!

Estavam lá os responsáveis da autarquia, foram entrevistadas pessoas de São Teotónio e ninguém, mas ninguém fala desta terra? Quem entende de dinâmicas territoriais sabe perfeitamente a posição estratégica que São Teotónio ocupa no concelho de Odemira, sabe qual é o seu potencial, as suas vocações e aptidões e sabe também que esta freguesia devia de ter “outro tratamento”!

15.7.08

FACECO 2008

A Vila de São Teotónio acolhe uma vez mais a Feira das Actividades Culturais e Económicas do Concelho de Odemira. O 18.º certame FACECO realiza-se entre os dias 17 e 20 do mês de Julho e contará com um programa bastante diversificado, que se estende muito para além dos já usuais concursos de gado e exposições de artesanato e de promoção de actividades ligadas ao sector primário. Deste modo, a proibição da participação de gado ruminante na feira causada detecção de animais infectados pela doença da Língua Azul em explorações a cerca de 20 kms de São Teotónio, não comprometerá a realização da 18.ª edição da FACECO.

Este ano será dada uma relevância especial ao sector terciário, com o objectivo de promover o potencial turístico da região. Do programa da feira constam animações para as crianças, actividades equestres (está autorizada a presença de algumas espécies, nomeadamente cavalos) música tradicional, concertos, teatro e actividades desportivas / passeio de BTT e insufláveis /Air Bungge.

Do vasto programa da FACECO destacamos a realização do Festival Sete Sóis/Sete Luas e também algumas actuações de artistas agendadas:

Dia 18 – André Indiana;
Dia 19 – Elba Ramalho;
Dia 20 – Anjos.

13.6.08

Santos Populares

Ao longo do tempo a vila de São Teotónio tornou-se conhecida através do Festival dos Mastros, que ultimamente se realiza em anos ímpares.

Sendo este ano par, não contaremos com o cenário de verdadeira transfiguração multicolor que ocorre no mês de Junho, todavia as celebrações dos Santos Populares iniciam-se agora e em S. Teotónio, como sempre a festa tem de ser rija! Para a tradição ser a valer lembramos que nada como uma fogueira para aquecer a festa – alecrim, perpétuas e rosmaninho!

Imagem da Festa de Santo António no Quintalão - Junho de 2008.

7.6.08

1.ª Mostra de Produtos da Terra

Inicia-se hoje a 1.ª Mostra de Produtos da Terra na localidade do Brejão, freguesia de São Teotónio. O certame contará com cerca de vinte expositores que divulgarão os produtos ligados às actividades económica daquela zona. O artesanato, a cultura e as tradições da aldeia do Brejão também farão parte desta mostra, que será animada com vasto programa musical, estando prevista a actuação de diversos artistas locais.
A mostra estará patente ao público até ao dia 10 de Junho, no Centro Cultural do Brejão, entre as 17.00 h e as 24.00 h. As entradas serão gratuitas.

Fonte: Jornal das Freguesias Alentejo

14.12.07

Faça as compras de Natal em São Teotónio!

Os presentes de Natal
deixam-no em stress?

Todos sabemos que a escolha dos presentes nem sempre é fácil, pois todos os anos procuramos surpresas especiais para os nossos familiares e amigos. Por vezes adiamos as compras de tal forma que esta época se torna verdadeiramente angustiante.

Para evitar o habitual stress natalício, sugerimos que não perca tempo a deslocar-se a outras localidades ou centros urbanos à procura de lembrança invulgares, aqui em São Teotónio pode encontrar tudo e sempre “ajuda” os comerciantes locais. Comece por contar o número de presentes e o orçamento disponível, e reserve algumas horas para fazer uma descontraída incursão pelas lojas, no final aproveite o brilho do sol e relaxe numa das esplanadas do Quintalão.

Para a preparação da consoada e do almoço de natal que exige uma eleição criteriosa dos ingredientes, recomendamos que faça com antecipação as suas encomendas aos comerciantes, assim poderá contar com as melhores iguarias. Pode por exemplo encomendar na praça de São Teotónio o peixe, as frutas e legumes de qualidade, e no talho do Costa as peças de carne; no João Pedro (Alisuper) reserve um bacalhau especial e mercearias finas.

E finalmente para decorar a preceito a mesa de Natal recolha no campo arbustos secos, pinhas e azevinho ou passe pelas floristas Nélia e Tilinha onde encontrará flores e ramagens para elaborar magníficos bouquets e centros de mesa.

Imagem Extraída do Banco de Imagens do Google.

8.12.07

A subversão do espírito de Natal

Os ornamentos, enfeites e luzes foram colocados nas ruas e nos lares, tal como nas lojas que se apresentam recheadas e cuidadosamente adornadas com a temática da época; os ruídos e murmúrios dos espaços públicos e comerciais são abafados pela música alusiva a esta quadra; os anúncios inundam os meios de comunicação social sendo veiculados em todos os suportes possíveis; promovem-se peditórios e eventos com fins de solidariedade; lançam-se novos produtos e criam-se campanhas exclusivas; as indústrias livreiras, cinematográficas e discográficas desenvolvem produtos especiais para a temporada.

Os altos funcionários da nação são presenteados por indivíduos que esperam auferir favores, cunhas e regalias. Os patrões procuram tranquilizar a consciência oferecendo alguma coisa aos empregados.
As crianças ricas pedem ou exigem todos os brinquedos que vêem na publicidade, enquanto que as pobres e remediadas sonham vir a tê-los. Contam-se os familiares, os amigos e até os inimigos a quem devemos mimar com uma lembrança. Os mais precavidos começam a fazer as compras meses antes, assim a “dolorosa” parece que dói menos, os restantes procuram esticar o orçamento de Dezembro, o 13.º mês ou o crédito, numa insana demanda em lojas, hipermercados e centros comerciais.

Tudo se exalta: o amor, a amizade, a sinceridade pelos que se prezam; a solidariedade, o altruísmo pelos que precisam; o cinismo, o fingimento, o contragosto pelos indesejados.

São organizados almoços e jantares nas empresas, festas nas escolas e instituições. Multiplicam-se as animações de rua, os homens mascarados de pai natal, presépios e presépios vivos e árvores de natal. É montada a cidade do natal e a árvore que parece ser maior do que as outras todas. Presentes, lembranças, prendas, postais, cartas, encomendas, telefonemas e finalmente os Sms’s a entupirem a rede móvel.

Planeia-se a noite da consoada e o dia seguinte, e quando a família é grande elege-se a casa onde serão passadas as horas festivas. Os que podem deixam as tarefas para os empregados ou criados, os assim-assim contratam um catering os outros lançam-se numa azáfama extenuante que se inicia com a escolha da ementa e compra dos ingredientes, passando pela confecção das iguarias, até à arrumação da casa, à decoração e preparação da mesa, ao servir os comensais e finalmente voltar a limpar e arrumar tudo, sempre com um grande sorriso e sem esboçar qualquer manifestação de cansaço.

Quando chega a hora trocam-se os presentes: toma lá, dá cá! Nada faz falta, quase tudo é supérfluo, mas tinha de ser comprado e oferecido! No final colocam-se os papéis, a fitas e os laços no lixo e junta-se o monte dos presentes ainda sem destino a um canto. Procura-se então arranjar fôlego para as doze passas da semana seguinte.

Fica por lembrar o verdadeiro sentido do Natal!
Foram oferecidas inutilidades a quem tudo tem e o dinheiro dispendido poderia ter sido usado para auxiliar aqueles que não ousam a sonhar com o Natal.
Não é a obrigação de oferecer presentes aos familiares e amigos que nos torna solidários e generosos.

Mais uma vez o saco do pai natal repleto de inutilidades que invocam a frivolidade, o consumismo e a ostentação esmaga a mensagem de amor, alegria e de esperança contida em cada presépio. Afinal será que a humanidade ainda se lembra que o Natal é a comemoração do nascimento de Jesus?


Imagem extraída do banco de imagens do Google.

7.12.07

Ajude as crianças desfavorecidas a sorrirem no Natal

Está decorrer uma campanha de solidariedade organizada pelo Sr. Padre Abílio, onde quem quiser pode contribuir com brinquedos, roupas ou alimentos, que serão depositados na capela baptismal da igreja de São Teotónio.

Paralelamente reproduzimos um apelo veiculado em diversos meios de comunicação com o intuito de sensibilizar os leitores do blog:

Aliados no Natal é o nome da campanha de Natal que a Taipa - Organização Cooperativa para o Desenvolvimento Integrado do Concelho de Odemira, está a promover durante o mês de Dezembro, para a recolha de presentes, que serão oferecidos às crianças mais desfavorecidas de várias localidades do concelho.

Multiplicar os presentes do Pai Natal e fazer felizes muitas mais crianças é o objectivo desta campanha que se repete pelo quinto ano consecutivo, tentando despertar e incentivar a solidariedade entre toda a população odemirense.

Até ao dia 10 de Dezembro, quem quiser contribuir pode doar brinquedos com os quais filhos, netos e sobrinhos já não brincam, sendo os locais de recepção as sedes das Juntas de Freguesia do concelho, sedes de Agrupamentos Escolares (em Colos, Sabóia, Odemira, S. Teotónio e Vila nova de Milfontes), no Colégio Nossa Senhora da Graça (Vila Nova de Milfontes) e Escolas Secundária e Profissional de Odemira.

Os presentes serão depois preparados para distribuição pela Taipa, através dos seus colaboradores e voluntários. A entrega dos presentes será da responsabilidade do Pai Natal e dos seus Ajudantes, que irão percorrer as várias localidades do concelho, entre os dias 18 e 21 de Dezembro.

No ano passado foram recolhidos mais de 1000 presentes, que contribuíram para o sorriso de muitas crianças do concelho. Esta iniciativa só é possível com a participação e a solidariedade de todos. Porque não há nada mais recompensador do que o sorriso das crianças, fica o desafio para colaborar com os Aliados do Natal. ”


Texto Extraído da Edição Online de 6 de Dezembro do Jornal do Barlavento.
Imagem Extraída do banco de imagens do Google.

5.11.07

Os Mosqueteiros...


Agora foi de vez! Os Mosqueteiros instalaram-se em São Teotónio com um ponto de venda Intermarché!

Desde há muito que os camiões de mercadorias com a insígnia do Grupo Mosqueteiros vinham abastecer o antigo Marrachinho, que ao longo desta semana tem sido progressivamente transfigurado com o propósito de adquirir a imagem padrão desta marca de distribuição francesa, que opera em Portugal segundo um regime misto de cooperativismo e de franchising.

Esta alteração estende-se a todos os supermercados Marrachinho, que até ao final de 2007 serão adaptados ao conceito/imagem do grupo Mosqueteiros. A cadeia de supermercados Marrachinho operava no sul do país desde 1970 e promovia grandemente os produtos desta região. No início deste ano a comunicação social começou a anunciar o fim desta empresa, que foi adquirida pelos Mosqueteiros.

Em São Teotónio, não sendo esta situação uma novidade, até porque já nos meses de Verão os clientes do Marrachinho eram azucrinados com a rádio mosqueteiros, ficou sempre a dúvida entre população se a freguesia suportaria um Intermarché ou um Ecomarché, já que as regras do grupo ditam que os ecos são instalados em zonas mais rurais. Fontes bem informadas revelaram-nos há algum tempo atrás que o Marrachinho daria lugar a um Intermarché, cuja dimensão (entre os 1000 e os 2000 metros quadrados de área) se ajusta a áreas mais densificadas. Como seria de esperar as nossas fontes estavam correctas e a nossa vilazinha foi brindada com um Intermarché, facto que nos leva a supor que somos maiores do que pensamos.


Resta-nos desejar sucesso ao gestor/aderente deste ponto de venda e sugerir-lhe que baixe duas coisas: o volume da rádio mosqueteiros e os preços! Sim! Os preços! Porque agora é que estamos tramados… com a presença dos Mosqueteiros em Odemira e simultaneamente em São Teotónio o consumidor fica sem muitas alternativas, e se não há concorrência os preços não baixam! Bem… resta-nos sempre o comércio tradicional!

13.10.07

Bruxos e Satânicos




Yo no creo en las brujas pero que las hay... las hay!” Quando se fala destas “coisas” os nossos vizinhos espanhóis costumam utilizar este provérbio que agora lembramos por se adequar na perfeição para comentar certos fenómenos macabros ocorridos ao longo dos últimos anos no Alentejo Litoral.

Não sabemos o que é que se passa na cabeça das pessoas, nem porque é que vêm para cá… mas a região está a atrair um turismo negro que aqui desenvolve bruxarias e rituais satânicos. Desde há muito que se fala nestas paragens dos despojos encontrados nas matas, nas praias e em lugares ermos e dos gritos e barulhos que se ouvem, particularmente nas noites de Sexta-feira e de Sábado. Entre as zonas onde habitualmente se realizam estas práticas está o Pego das Pias, conhecido pelas melhores e piores razões! Porém no concelho de Odemira existem outros lugares que são procurados por esta gente, ainda no dia posterior à última lua cheia as ondas na Praia da Zambujeira arrastavam os restos daquilo que parecia ter sido um desses rituais.

Estas ocorrências atingiram uma dimensão que não passa despercebida e recentemente o semanário "Expresso" desenvolveu um artigo intitulado “Eles andam aí” na sua revista "Única". Segundo este semanário existe um “corredor negro” ao longo da costa alentejana, que compreende uma faixa entre Vila Nova de Santo André e Odemira. Nesta zona são realizados ritos satânicos; bruxarias; missas negras e adorações pagãs em que se sacrificam, mutilam e torturam animais e até pessoas, em que se consome álcool e substâncias que induzem a estados de euforia e êxtase; em que se recorre a variadíssimos apetrechos; elixires; bálsamos; velas; indumentárias e elementos simbólicos. Ligado a este tipo de práticas surge o assalto, o vandalismo e profanação de igrejas, cemitérios e símbolos cristãos com vários intuitos, nomeadamente o de obter hóstias sagradas e utensílios para a realização das cerimónias pagãs. É caso para se dizer Abrenúncio, Te Arrenego, Cruzes, Canhoto!
(Imagem extraída do artigo "Eles andam aí" publicado na Revista Única - Semanário Expresso.)

2.8.07

O turismo que temos será aquele que queremos?



Agora que a romaria começou, todos os caminhos vão dar a São Teotónio. Desde o ano de 1997 os primeiros dias de Agosto são marcados pela realização de um dos maiores festivais do país. Inicialmente, todos concordavam que o festival traria turistas, veraneantes, visitantes e poria a região no mapa. Nessa época já a Zambujeira do Mar e os campos e praias de São Teotónio eram regularmente referenciados pela comunicação social como lugares aprazíveis, de belezas naturais bem preservadas e clima ameno, com uma cultura popular rica e uma gastronomia ímpar, que conjuga as tradições alentejanas com as maresias do atlântico.

Logo no início dos anos 90, essa divulgação nos media trouxe um novo tipo de turistas, gente que fugia dos lugares habitualmente referenciados como trendies na estação quente – gente cor-de-rosa, figuras públicas, gente que buscava isolamento, gente cosmopolita que procurava guetos reservados, exclusivos e alternativos, gente urbana que desejava individualizar-se e exaltar o ego nas noites do clube da praia, do fresco e outros bares; e na pacatez e simplicidade das nossas ruas com exaltações feéricas de théâtre et mise-en-scène, recorrendo a cuidadas produções estilísticas do guarda-roupa, gestos e atitudes esfuziantes.

A chegada destes novos turistas não passou despercebida e em pouco tempo a comunicação social começou a mencionar a Zambujeira do Mar como uma das praias mais IN do verão lusitano. A mediatização abastardou o ambiente que se vivia neste recôndito refúgio e na época seguinte os cosmopolitas e urbanos não voltaram, sendo a região ocupada por um novo tipo de turistas – os suburbanos.

Neste período a praia começou definitivamente a mudar… Na época estival a Zambujeira recebia veraneantes fidelíssimos, gentes do concelho ou provenientes de outras zonas, particularmente do baixo e do alto Alentejo e da região de Lisboa. Eram grupos familiares, pessoas que se conheciam desde há gerações e que ali se reuniam anualmente “a banhos”. Com a chegada dos indivíduos suburbanos inicia-se a descaracterização da pacatez e serenidade, dos hábitos e tradições do verão na Zambujeira. Nos primeiros anos a maioria dos habitués fez finca-pé e manteve-se incólume julgando que a invasão seria passageira, todavia o lançamento do Festival do Sudoeste foi o pronuncio do fim da Zambujeira perfeitamente esquecida e maravilhosamente perdida num dos últimos paraísos do continente lusitano.

A implementação do festival não dividiu opiniões, era quase consensual que “seria bom para a terra” traria visitantes, turistas, viajantes, veraneantes, consumidores, oportunidades de negócio, publicidade para a região, desenvolvimento e progresso!
Quando os veraneantes habituais começaram a abandonar a praia, embora desgostosas a maioria das pessoas permaneceu firme julgando que as novas multidões trazidas pelo festival compensariam (e de que maneira!) a ausência e desistência dos antigos. Havia até quem julgasse que a seguir à primeira semana de Agosto, se iniciaria a pacatez que todos ansiavam e os habitués retornariam para desfrutar o verão na sua plenitude.

Com o passar do tempo a lucidez apoderou-se das opiniões, e as pessoas começaram a ver com clareza todas as implicações do festival. Houve contudo uma época, em que se falou que a empresa organizadora do sudoeste não entrava em acordo com o proprietário do terreno onde se realiza o festival – a Herdade da Casa Branca e estava aberta a hipótese do festival ser realizado noutra zona. Nessa altura as opiniões vacilaram! "Perder o festival para outra zona??? Não pode ser!" Certo é, que o festival se manteve por cá, para alegria e contentamento de alguns, mas hoje fala-se novamente no seu fim, agora de uma forma definitiva.

O Festival do Sudoeste tem sempre sido o palco de controvérsias e acesas discussões. A freguesia, as praias, os campos, as ruas, as estradas, o comércio, as hospedarias, o parque de campismo, os restaurantes e cafés são invadidos por multidões ávidas de consumo – consumo barato mas intensivo. Acomodam-se como podem, escolhem os alojamentos mais económicos ou se possível gratuitos (campismo selvagem, dormidas na praia, no campo ou no carro). A limpeza corporal é feita nos banhos públicos, no canal, nas ribeiras, nas fontes e na praia. A alimentação é parca (tem de sobrar dinheiro para a bebida y otras cositas más), comem o que podem e não como devem, e escolhem a ementa em função do preço! Quem são??? Caracterizá-los seria um exercício digno de um sociólogo, antropólogo ou psicólogo muito paciente, desocupado e sem outras tarefas mais interessantes com que se ocupar. São uma fauna miscigenada, gente estranha, bizarra e tétrica, aspecto terrífico, aromatizada por intensos odores corporais, trajes e adereços reveladores de pertenças ou simpatias por movimentos e tendências lúgubres tipo góticos, trances, rastas & afins. Grupos fabricados pela suburbanidade e pela iliteracia reinante no país, pessoas que procuram sair da indigência social e cultural buscando referências em imagens, códigos, dialécticas e manifestos miseráveis e vazios de conteúdo, que incitam a estilos de vida marginais e pouco consentâneos com os modelos organizativos da sociedade produtiva, geradora de desenvolvimento e de riqueza.

Começam a chegar nos últimos dias de Julho e ficam até onde é possível esticar o dinheiro, certo é que alguns conseguem ficar o resto do verão. As praias e os campos são totalmente assolados por estas pessoas, porém com o passar dos dias começam a esvaziar-se, mas o resultado deste impacte mantém-se! O lixo, os despojos, as sobras, as consequências e os danos ficam e aqueles que prezam esta terra lamentam! O festival fez disparar os preços dos alojamentos e dos bens de consumo, aliciou para o lucro fácil e incrementou a especulação imobiliária na sua pior vertente.

Não queremos ser um segundo Algarve, mas isto é pior do que as piores zonas do Algarve (a praia de Quarteira tem ou não tem melhores inquilinos nesta época?). Reclamamos um turismo de qualidade, direccionado para segmentos de mercado heterogéneos, mas com elevados níveis de exigência, onde a quantidade e a ocupação massiva seja preterida em função da qualidade, unicidade e singularidade de empreendimentos planeados de modo equilibrado e sustentado, e que se harmonizem com as características naturais, culturais e sociais da região.

Fala-se de resorts, golfes e empreendimentos destinados a clientelas selectas e endinheiradas, mas será essa a solução para a qualificação da oferta turística na região? Tantas autarquias que já licenciaram esse tipo de projectos e hoje opõem-se veementemente a esses investimentos megalómanos que estagnam a economia local pela sua natureza de autênticos colunatos onde tudo existe para satisfazer o turista, sem que se verifique uma relação de reciprocidade entre esses guetos de luxo e o território onde se implantam. Muitos desses golfes e resorts, são também formas disfarçadas de fazer loteamentos e condomínios fechados. Desta forma, esses pseudo-loteamentos são aprovados em muitas zonas do país sob a capa de empreendimentos turísticos contornando algumas brechas da legislação. Seguramente não desejamos a ocupação massiva da nossa região, todavia esse turismo de luxo que tanto se fala… será a melhor solução? E se for essa a derradeira solução será que os mamarrachos que hoje vimos construir; o mau planeamento urbano; as multidões do festival de sudoeste; as carências em infra-estruturas básicas e cuidados de saúde e a fraca qualidade das poucas vias de comunicação, se compatibilizam com esses édenes fabricados pelo dinheiro? Ou será que vai acontecer o mesmo que no Algarve? Resorts, hotéis e aldeamentos turísticos de luxo onde o turista tem de vendar os olhos sempre que sai desses paraísos idílicos, porque tudo o resto é muito mau – mau urbanismo, mau ordenamento, mau paisagismo e má arquitectura.

O que acontece aqui, é que esses grandes empreendimentos turísticos ainda estão na fase de projecto e aquilo que é construído actualmente pelos pequenos promotores é nefasto e compromete seriamente o sucesso dos investimentos vindouros. A descaracterização urbana e arquitectónica começa a acentuar-se e na Zambujeira do Mar chega a ser calamitosa!

Há quem diga que o resultado das imprudências cometidas ao longo dos anos no ordenamento do território deste país tem a ver não só com a iliteracia do povo, com a gula e avidez dos promotores e construtores mas também com a ignorância, pelintrice e pedantismo dos indivíduos que se colocam em certos cargos políticos, muito particularmente nas autarquias. São pessoas com pouca visão, pouco letradas, sem cultura, sem gosto, quando detentoras de algum diploma universitário pertencem na maioria das vezes à primeira geração que estudou na família, e não se fazem rogados… exigem tratamento diferenciado! Ainda que muitos tenham obtido classificações medíocres ou sem brilhantismo, concluindo bacharelatos e licenciaturas de qualidade duvidosa, frequentemente em universidades privadas ou públicas de 5.ª categoria e não tenham sequer feito mestrado ou doutoramento, são todos doutores e quando o não são pertencem à Ordem dos Arquitectos ou dos Engenheiros ou à ANET (só o nome assusta! Associação Nacional de Engenheiros Técnicos). Agarram-se ao cargo com "unhas e dentes" e sempre que têm oportunidade enfiam a família e os amigos em empregos no sector público através de concursos expressamente elaborados para esse efeito!

Com o tempo o cargo ofusca-os e excedem-se, (“nunca sirvas quem serviu, nunca peças a quem pediu”) gente proveniente do povo começa a ser idolatrada e bajulada pelo povo e muito particularmente por investidores que não se importam de pagar uns cobres a mais para licenciar aquilo que mais dinheiro render.
No princípio há alguns resistentes que procuram respeitar integralmente os regulamentos e as premissas que inicialmente propuseram no programa do mandato, com o nobre propósito de melhorar a qualidade urbanística dos concelhos. Todavia, "quanto mais se tem, mais se quer", e se antes auferiam um salário de miséria, com conquista do cargo público ou político dão pulos de contentamento nos primeiros meses de vencimento, mas com o passar do tempo aquele dinheiro ao fim do mês torna-se insuficiente e as propostas dos construtores e investidores tornam-se tentadoras. No final todos vergam! Cada um ganha o que pode, de forma discreta e imaginativa. Organizam jantares em recantos muito esconsos de restaurantes dos arredores, planeiam contornar os PDM’s e demais regulamentos (fazendo tudo dentro da lei! como é vulgar dizerem).

Inicialmente, nos primeiros contactos disfarçam a ansiedade pelas comissões, resistem, dificultam, opõem-se às ideias do promotor, pedem para reduzir aqui e ali no projecto. O investidor compra o terreno a pensar que pode construir 100, mas o presidente, o vereador ou os arquitectos e engenheiros dizem que só dá 50… Assim, conseguem aumentar o valor do prémio, dificultam e dificultam, mas depois de uns jantares, de uns telefonemas fora de horas, de uns cheques, umas viagens, uns carros, uns terrenos, umas casas ou apartamentos, aquilo que dava para construir 100 já permite 120, estica-se a área, o número de pisos e o número de fogos, o promotor faz também umas cedências e oferece-as ao concelho para ficar bem na fotografia e tranquilizar a consciência dos corruptos e tudo se resolve à custa daquilo que todos nós sabemos! Do balanço, fica tudo o que nós conhecemos… os senhores que trabalham nas autarquias ganham, os donos dos bancos ganham com os financiamentos, os promotores dos investimentos ganham e Portugal continua a perder!

As pessoas erradas ocupam os lugares chave neste país, desconhecendo a dualidade intrínseca de dois conceitos muitas vezes opostos – crescimento e desenvolvimento, para haver desenvolvimento tem sempre de haver crescimento sustentado e estruturado. Aquilo que ambicionamos e merecemos é uma região salvaguardada e protegida do crescimento rápido e destrutivo – que enriquece rapidamente alguns e compromete o desenvolvimento futuro de todos e de Portugal. Desejamos investimentos que não tragam apenas riqueza para os promotores, mas também para a região, que fomentem o desenvolvimento equilibrado, que potenciem a qualidade de vida, que se compatibilizem com o património edificado, natural e cultural, que se projectem na modernidade respeitando a morfologia urbana das vilas, os modelos vernaculares de ocupação do território e os valores padrão da arquitectura tradicional. Ambicionamos o retorno dos antigos veraneantes e a chegada de novos turistas, exigentes e com gostos sofisticados que incitem o desenvolvimento e qualificação do sector terciário e de toda a economia da região. "Cada um tem aquilo que merece" e... o turismo que temos poderá ser aquele que merecemos, mas não será seguramente aquele que queremos!

29.7.07

FACECO 2007 - São Teotónio dans sa grandeur!


Mais uma vez São Teotónio foi o epicentro de um acontecimento cultural à escala planetária. A Faceco trouxe milhares de pessoas até à freguesia e o público só lamentou a curta duração desta mostra anual. No ano passado os organizadores prometeram mudanças e em 2007 cumpriram essa promessa!

Desde há largos meses era sussurrado entre as mais altas esferas da política local que as atracções deste ano iriam deixar o público atónito, suspeitava-se assim que a FACECO’ 2007 seria assombrosa!

A temática do certame incidiu na multiculturalidade e no recinto desfilaram os melhores exemplares resultantes da miscigenação, selecção, apuramento e cruzamento de raças e culturas. Foi um tremendo e insólito bouillon de culture, devidamente apreciado e degustado pelos visitantes!




20.7.07

FACECO 2007




A Feira das Actividades Culturais e Económicas do Concelho de Odemira foi inaugurada ontem!

Esperamos que os organizadores e expositores consigam surpreender os visitantes…
Afinal de contas somos um público peculiar e muito especial! Somos ou não somos?!

18.7.07

HOT PARTY – 14.07.07 – HOT PARTY


Vive la Bohème! No fim-de-semana passado os bloguistas organizaram uma festa de lançamento e apresentação do blogue. A festa iniciou-se ao fim da tarde e só acabou na manhã seguinte. O tema da noite foi o Cromo Lusitano e o dress code solicitava o uso de pelo menos uma peça de roupa old-fashioned ou démodé.
O monte onde se realizou o evento foi decorado com imagens dos primeiros posts e outras "cromices"; e foram disponibilizados oito computadores para que os mais curiosos pudessem visitar o blogue. Durante a noite surgiram diversas ideias para novas postagens e alguns dos convidados ofereceram-se para colaborar na elaboração de textos e recolha de informação.

Ao longo do primeiro mês de existência do blogue temos recebido emails de leitores que pedem uma secção dedicada à intensa e atípica vida social de São Teotónio. Para dar resposta ao mais ávidos consumidores de assuntos sociais, anunciamos que em breve contaremos com a colaboração de uma amiga muito especial na abordagem de temas cor-de-rosa!

Agradecemos a todos os amigos que aceitaram o nosso convite, o seu contributo para a realização da festa mais quente dos últimos tempos no sudoeste! Um agradecimento especial para aqueles que vieram de Lisboa e de Cascais e para a Lú do catering e um beijo para a amiga e futura colaboradora que nos presenteou com a sua ofuscante presença!

7.7.07

07.07.07







O público votou! O público decidiu e a sua decisão é inequívoca! Contra factos não há argumentos e as regras do concurso impõem total imparcialidade por parte do júri. Como jurados resta-nos revelar o desejo dos votantes!

A Maravilha vencedora é… a colossal, a titânica, a grandiosa, a desmedida, a excêntrica, a extravagante, a imponente, a inigualável, a inimitável, a irrepetível, a irreplicável… TORRE DO FERREIRA!!!

28.6.07

Broadcasting the universe from the other end of the world!














RADIOBLOG SÃO TEOTÓNIO

http://www.sao-teotonio.blogspot.com/


“La movida” não pára! O som digital chegou para animar os leitores do blog.

A selecção de ritmos promete agitar aqueles que se atrevam a visitar-nos!

Aos melómanos fica a promessa de mais tarde virmos a organizar periodicamente

emissões especiais com clássica, blues, jazz, vintage e new & exprimental tendency.